Com gritos e distorções cruas banda resgata a rebeldia que marcou toda uma geração.
Ao escutar Twin Cities é inevitável não recriar em nossas mentes à capa dos anos noventa, se voltássemos ao tempo lá para o inicio de uma década onde nada de novo acontecia e o que víamos eram apenas e simplesmente flagelados do “mesmo” e de repente naquela explosão em Seattle, onde surgiu Pearl Jam, Soundgarden, Alice in Chains, Mudhoney, Screaming Trees e Nirvana entre outras surgisse a banda Twin Cities, ali no meio de toda aquela revolução?
Pois bem, teríamos outra grande banda para explodir os ouvidos dos nossos pais, mais um motivo para rasgar os jeans no joelho e usar camisões e blusões de lã coloridos. Pular em frente ao palco sem se preocupar com o que o idiota do lado estaria pensando sobre nós.
A banda é nova, menos de dois anos de formação e com apenas um EP lançado intitulado “Five Days Off” e de forma independente, a banda de Bagé conseguiu resgatar toda sonoridade e característica dos anos 90, despertando para o ouvinte aquela sensação de atitude e rebeldia da época.
“At Last, The Last”, é uma das musicas que compõe o EP e também a que melhor mostra o trabalho da banda que está em estúdio preparando o seu primeiro álbum com produção de Ray Z, que leva na mochila trabalhos com Júpiter Maçã, Os Ostras, Tom Block e RPM.
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